De acordo com Carué Contreiras, médico sanitarista e ativista LGBT, o aumento de casos é mais latente em uma população específica, de homens que fazem sexo com homens. “Nos preocupa que esse surto está invisível, não está sendo amplamente divulgado. Também é difícil a classificação de risco porque a ficha de notificação não possui os campos de orientação sexual ou identidade de gênero”.