A despatologização da identidade transexual, ou seja, o entendimento de que gênero é questão de identidade e não doença, é um dos assuntos que será debatido em 27 de julho, às 20h, na sede do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp). Outro é a descentralização da hormonoterapia, serviço de terapia hormonal para a população trans, na capital paulista.
Os desafios e propostas, na atenção à saúde da população trans em São Paulo, terão os seguintes debatedores:
• Alice Quadros – militante transfeminista, diretora do Centro Acadêmico Oswaldo Cruz e acadêmica da Faculdade de Medicina da USP.
• Ana Amorim – médica de família e comunidade; tutora do Programa de Residência em Medicina de Família e preceptora nos cursos de atenção primária da graduação em medicina da Faculdade de Medicina da USP; militante feminista e LGBT; membro do GT de Gênero, Sexualidade, Diversidade e Direitos da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade; integrante do Conselho Profissional da AMAPO (entidade de travestis e transexuais do estado de São Paulo).
• Ana Lúcia Cavalcanti – assessora da área técnica de saúde da mulher da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo.
16º SIMESP DEBATE
Atenção à saúde da população trans na cidade de São Paulo
Data: 27 de Julho (Quinta-feira)
Horário: 20h00
Local: Auditório do Simesp (Rua Maria Paula, 78 – 1º Andar)