Já no domingo, dia 21, o ato acompanhará o movimento nacional de iniciativa da Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares e da Associação Brasileira de Médicas e Médicos pela Democracia (ABMMD), com manifestações no país inteiro no mesmo horário, às 10h. O local do ato em São Paulo ainda será confirmado. Os profissionais da saúde deverão ir caracterizados com suas roupas de trabalho.
De acordo com Eline Ethel, diretora do Simesp, o país vem enfrentando uma crise de saúde muito importante e o sindicato se solidariza com todos os mortos por Covid-19, em especial os médicos e todas as pessoas que estão na linha de frente do cuidado da saúde neste momento. “O objetivo também é alertar que a maior parte dessas mortes seriam evitáveis, caso o governo não tivesse uma posição genocida frente ao coronavírus.”
Eline ainda lembra que, considerando a pandemia em curso, é importante que todos estejam de máscara, levar álcool em gel para a higienização e respeite o distanciamento físico de dois metros. “A intenção é que os atos sejam simbólicos, sem aglomeração para a garantia da saúde de todos.”