O Plano de Carreira do governo Geraldo Alckmin está desvalorizando os profissionais e afastando cada vez mais os médicos do estado, como foi relatado durante a Assembleia geral ontem, dia 06.
Para o Sindicato é preciso uma revisão adequada dentro da realidade da população e dos médicos, por isso está encaminhando ofícios solicitando audiência com o Secretário de Saúde do Estado, com a presidência da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), a presidência da Comissão de Saúde da Alesp, com o Ministério Público e o Tribunal de Contas do Estado para que seja analisada a situação imposta aos médicos.
No ano passado, durante a votação a Assembleia Legislativa de São Paulo rejeitou as 21 emendas sugeridas pelo Simesp. A bancada governista – que tem maioria na Casa – impediu qualquer alteração no texto original enviado pelo governador. “Da forma como foi aprovada, a lei da carreira médica prejudicou os médicos que já trabalham no Estado, principalmente aqueles com mais tempo de serviço”, avalia Carlos Izzo, dirigente do Simesp.
Pesquisa
O Sindicato dos Médicos está programando uma pesquisa que analisará as condições do funcionamento dos hospitais do estado de São Paulo por meio de instituto especializado.