Por ser obrigada a negociar com o Simesp antes de demitir grande quantidade de médicos, por determinação judicial anterior, a Santa Casa ainda não demitiu os profissionais, mesmo tendo anunciado a intenção há mais de um mês. “A causa não está perdida. Esperamos ter uma audiência nos próximos dias e ainda temos como chegar a uma solução com a Justiça do Trabalho”, diz Eder Gatti, presidente do Simesp.
Ainda segundo Gatti, há relatos de assédio sofrido pelos médicos, gerando uma situação insustentável de forma proposital e, por conta disso, alguns profissionais têm pedido para sair da instituição. Quanto mais médicos abrirem mão de seus postos de trabalho de forma espontânea, mas margem para a terceirização a Santa Casa terá. “Temos consciência que a situação é desagradável, mas, para conseguirmos atingir os objetivos, é muito importante que os médicos resistam em seus postos de trabalho até que a situação se resolva”, diz Eder Gatti, presidente do Simesp.