A greve dos entregadores se dá devido à alta precarização que esses profissionais enfrentam no trabalho e que se potencializou durante a pandemia. Eles denunciam as empresas Rappi, iFood, UberEats, Loggi e James, que os tratam como "empreendedores" quando, na prática, utilizam isso como forma de burlar as regras trabalhistas e não garantir direitos básicos, segundo Daniela Menezes, diretora do Simesp. “Esses profissionais trabalham sem nenhuma garantia caso sofram algum acidente, por exemplo. Inclusive, as denúncias são de que essas empresas não fornecem equipamentos de proteção individual (EPIs) durante a pandemia e também não disponibilizam locais para poderem ao menos sentar ou utilizar o banheiro.”
Os trabalhadores pedem aumento dos valores mínimos para corridas; maior transparência sobre as tarifas e formas de pagamento adotadas pelas plataformas; mais segurança; e fim dos sistemas de pontuação, bloqueios e exclusões indevidas.
Como você também pode ajudar:
– Não peça nada pelos aplicativos Rappi, iFood, UberEats, Loggi e James hoje, 1º de julho;
– Se for necessário, compre comida online direto no restaurante ou mercado, sem o aplicativo como intermediário;
– Dissemine o chamado da paralisação e suas pautas;
– Divulgue também as hashtags #apoiobrequedosapps e #1diasemapp.