Já se tornou rotineiro que a terceirização dos serviços públicos de saúde desencadeie calotes dos salários dos médicos. As empresas e organizações sociais (OSs) que contratam estabelecem um vínculo precário de trabalho com os profissionais, dando margem para esse tipo de ação.
Em entrevista ao jornal SP no Ar, da Rede Record, o presidente do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), Eder Gatti, falou sobre a falta de pagamento enfrentada pelos médicos de Barueri e Osasco. “O modelo foi feito para dar errado, para dar calote. Levantam-se suspeitas, inclusive, de que ele tenha sido feito para que o dinheiro público saia do cofre público e vá para algum lugar diferente do bolso do profissional médico que prestou o serviço”.
Assista a reportagem na íntegra.