Definir uma nova estratégia para as modificações da lei 1193/2013 (Lei da “Carreira Médica”) é fundamental para que os profissionais sejam realmente beneficiados. Por isso, o Simesp, junto à Federação dos Médicos do Estado de São Paulo (Femesp), fará uma assembleia geral dos médicos do Estado de São Paulo, no dia 6 de junho, às 20h, no auditório do Sindicato (rua Maria Paula, 78 – 1º andar).
Durante a votação na Assembleia Legislativa de São Paulo, o governo rejeitou 21 sugestões de emendas apresentadas pelo Simesp. “Apresentamos uma série de propostas de emendas ao projeto de lei n° 39. As sugestões foram feitas em audiência pública com a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa. A bancada governista, que tem maioria na Casa, impediu qualquer alteração no texto original enviado pelo governador”, explica o presidente do Sindicato, Cid Carvalhaes.
A partir do pagamento dos salários referentes ao mês de fevereiro, os médicos do Estado começaram a constatar o verdadeiro engodo que é o plano de carreira do governo Geraldo Alckmin. Muitos deles se queixam, inclusive, de redução salarial e criticam o fato de a Secretaria de Estado da Saúde ter anunciado que os médicos poderiam ter salário de até 14 mil reais, mas que na prática está havendo redução de valores. Além disso, questionaram o fato de a grande maioria dos médicos ter sido classificada na categoria I, independentemente do tempo de profissão.