A Santa Casa se comprometeu a não realizar demissões sem antes avançar as discussões sobre o tema com o sindicato. “O Simesp espera que realmente nenhuma decisão seja tomada sem que antes haja o diálogo. Se, por ventura, forem efetivamente anunciadas demissões, o sindicato irá definir as estratégias com os médicos para negociar com a Santa Casa”, explica Eder Gatti, presidente do Simesp.
O Sindicato dos Médicos de São Paulo entende que a Santa Casa é extremamente importante para a saúde da população de São Paulo e para o ensino, por isso estará atento e agirá para impedir qualquer desmonte da instituição. “Somos contra a terceirização, que piora a qualidade do atendimento, precariza as relações de trabalho e prejudica o ensino”, finaliza Gatti.