De acordo com Juliana, os moradores estão reivindicando há um ano e meio a contratação do profissional, pois médicos que atuavam na unidade se aposentaram e não foram repostos. “Sem essa contratação não há condições de manter a ESF da localidade e a população, que já está desassistida, sofrerá ainda mais”.
Os médicos que ainda atuam na UBS estão sobrecarregados devido à grande demanda por atendimentos na região sem reposição do quadro funcional, o que caracteriza precarização do trabalho. O Simesp enviou ofício ao secretário da Saúde do município de São Paulo, Edson Aparecido dos Santos, questionando a precarização e solicitando a contratação de médicos para a unidade.