De acordo com Juliana Salles, diretora do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), o prefeito informou que só reconsiderará a nova Lei da previdência municipal quando Bolsonaro aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da previdência nacional, conhecida como PEC da Morte, com o intuito de piorar ainda mais a vida dos servidores públicos. Na assembleia unificada os servidores também votaram contra a reforma nacional. “Nós entramos em greve porque, na calada da noite, foi aprovado o confisco dos nossos salários e colocada em xeque a nossa aposentadoria. Bolsonaro e Covas, não vamos aceitar!”
Juliana ainda explica que o prefeito recebeu os representantes sindicais para dialogar porque a greve é ascendente e ganha cada vez mais força. “Para mobilizar mais gente, devemos fortalecer nossos comandos unificados, cada médico deve ir nas escolas, cada professor deve ir nas unidades de saúde. Só assim conseguiremos progresso”, lembra a médica que acredita na importância da união dos diferentes grupos de servidores para a próxima manifestação que acontecerá na terça-feira, dia 26, em frente à Prefeitura.