Pelo reajuste da bolsa médica, residentes de várias instituições irão se manifestar diante do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, na manhã de quinta-feira, 24.
Os residentes exigem que o governador Geraldo Alckmin conceda aumento de 11,9% no valor das bolsas (determinado pelo governo federal, por meio da Portaria Interministerial n° 3, a partir de março desse ano).
Segundo a Associação de Médicos Residentes do Estado de São Paulo (Ameresp), o governo de São Paulo teria sido o único do país a não conceder o reajuste.
Em função disso e de outros problemas, residentes de várias regiões do estado estão mobilizados. Em 17 de novembro, por exemplo, os residentes do Hospital São Paulo, na zona sul da capital paulista, paralisaram suas atividades por 24 horas.
No dia seguinte, residentes do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, no interior do estado, iniciaram paralisação por tempo indeterminado.
Os residentes do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, local de ensino e pesquisa, referência nacional no tratamento de doenças infectocontagiosas, também já entraram em greve.