"O governo federal não investe o que deveria. O Estado investe pouco nos municípios, prioriza serviços próprios e não organiza a rede como deveria. Tudo isso sobrecarrega os municípios, que não dão conta de organizar a atenção primária e a urgência e emergência de baixa complexidade", explicou Gatti.
Ainda para o presidente do Simesp, os problemas no atendimento estão ligados a escassez de funcionários e carência de materiais. "Médicos e enfermeiros acabam tendo que dar conta de mais pacientes do que deveriam. A falta de profissionais aumenta a sobrecarga de quem trabalha e compromete a assistência de quem depende dela", afirma.
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