“Qualquer tipo de alteração no contrato de trabalho dos médicos tem que ser feito mediante negociação com o Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), sob pena de nulidade, conforme a CLT determina. Estamos abertos ao diálogo, o que não pode acontecer é esse tipo de assédio”, explica Gatti.
O presidente do Simesp ainda conta que tal proposta é reflexo da “reforma” trabalhista, pois esse será o padrão das negociações que os empregadores farão a partir de agora. “A ordem será reduzir e os profissionais serão assediados a fazê-lo”.
Foi enviado ofício questionando a atitude da irmandade, pelo Sindicato, ao provedor e ao superintendente da Santa Casa e também ao Ministério Público.