Na última sexta-feira, o governo do Estado de São Paulo enviou projeto de lei (PLC 17/2012) à Assembleia Legislativa reajustando em até 71% o valor dos plantões de trabalhadores da área de saúde, como médicos, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, técnicos e auxiliares de enfermagem. Para o Sindicato dos Médicos de São Paulo o aumento não atende as reivindicações da categoria que são a implantação imediata do plano de carreira médica e do piso salarial da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), de R$ 9.813.
De acordo com Otelo Chino Júnior, diretor do Simesp, na prática, pequena parcela dos médicos será beneficiada com o PLC. “Nos hospitais cerca de 30% dos médicos são plantonistas, os outros 70% não terão qualquer reajuste”.