De acordo com deliberação da secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo, médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) passaram a ser responsáveis por atestar óbitos. Em entrevista hoje, dia 15 de abril, ao SPTV 1ª edição, da Rede Globo, o presidente do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), Eder Gatti, explicou que a medida pode sobrecarregar ainda mais o serviço.
“São Paulo já entra na epidemia com um déficit muito grande de ambulâncias e profissionais da saúde para esse atendimento pré-hospitalar. Há um problema e a gente vai ter sim desvio de profissionais e ambulâncias para atender a ocorrências de óbitos, sendo que eles poderiam estar salvando vidas na rua”, disse Gatti à equipe de reportagem.
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