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Prefeitura não quer arcar com custos trabalhistas

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07/04/2017 | Notícia Simesp

Prefeitura não quer arcar com custos trabalhistas

Médicos e funcionários do Hospital Municipal de Barueri receberam a notícia de que serão demitidos em função da troca de Organização Social que administra o local. O prefeito da cidade, Rubens Furlan, afirmou que não arcará com as verbas trabalhistas das rescisões dos contratos e culpa o Instituto Instituto Hygia, atual gestor, pela ilegalidade. O presidente do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), Eder Gatti, alerta que a prefeitura é responsável, sim, pelo hospital, pela qualidade de assistência à população e pelo respeito aos direitos trabalhistas dos funcionários que trabalham para a cidade.

O presidente do Simesp questiona: "Por que não está sendo cogitada a sub-rogação dos funcionários nessa troca de gestão? Ou seja, o menicanismo capaz de fazer um contrato de trabalho ser assumido pela nova gestora do hospital? Talvez porque a nova organização social contrate os médicos por um salário menor ou tercerize todo mundo."

Em 2015, o Instituto Hygia demitiu cerca de 60 médicos que foram substituídos por pessoas jurídicas (PJs) e tiveram que buscar na Justiça seus direitos trabalhistas.