De acordo com Eder Gatti, presidente do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), mesmo que existam críticas ao modelo do programa, é preciso que a prefeitura encontre alternativas para que não faltem médicos na cidade, aumentando ainda mais o déficit de profissionais. “A responsabilidade pelo programa é do governo federal, mas a prefeitura tem obrigação de manter profissionais suficientes para o atendimento da população.”
Sobre o Mais Médicos na cidade de São Paulo
Mensalmente, os médicos do programa realizam mais de 700 consultas de pré-natal e mais de 450 consultas de puericultura (crianças de até 2 anos) no município. Eles atendem em áreas como ginecologia, pediatria, saúde do idoso e saúde do homem. São realizados grupos de saúde da mulher, diabéticos, hipertensos, exercícios, saúde mental, tabagismo, saneamento básico, planejamento familiar e redução de danos para usuários de álcool e drogas. São também feitos procedimentos como a colocação do DIU (Dispositivo Intrauterino) e visitas às casas dos pacientes.
Apesar de o Mais Médicos ser uma iniciativa Federal, neste caso, especificamente, a responsabilidade pelos contratos e pagamento da bolsa e da ajuda de custo dos médicos é da prefeitura, por Acordo de Cooperação para ampliar o programa.