Hoje, dia 18 de outubro, celebramos o Dia do Médico. Mas o que temos a comemorar? Já que o trabalho médico vive uma crise sem precedentes e o direito à saúde de qualidade está cada vez mais longe da maioria da população. A situação é de catástrofe, mas nós, médicos, não desistiremos de lutar.
Atualmente, a categoria enfrenta uma série de desafios, como:
1) Congelamento do financiamento público por 20 anos
A situação já crítica se agrava com demissões, fechamento de unidades e piores condições de trabalho.
2) Perda de direitos
A “reforma” trabalhista permite que os médicos abram mão de seus direitos em “livre negociação” com seus empregadores.
3) Planos populares
As operadoras poderão vender planos com cobertura reduzida, o que causará piora na remuneração dos médicos e na qualidade dos serviços.
4) Capital internacional
Poucas empresas multinacionais formam um monopólio. Elas contratam médicos de maneira precária e determinam os próprios valores de honorários e vencimentos.
5) Abertura irresponsável de escolas médicas
O Brasil tem 304 escolas médicas, muitas sem qualidade de ensino e nem residência. Em 2020, 1/3 dos médicos no mercado de trabalho será de recém-formados.
Apesar de todas as pedras que estão no caminho, nós, do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), estamos aqui para representá-lo e ajudá-lo a superar esses problemas. Conte sempre conosco!