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Monitoramento da situação enfrentada pelos médicos das AMAs após anúncio de fechamento de todas as unidades

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16/04/2018 | Notícia Simesp

Monitoramento da situação enfrentada pelos médicos das AMAs após anúncio de fechamento de todas as unidades

A resposta mais expressiva dos profissionais e que demonstra um resultado alarmante é que 94,6% dos médicos se sentem prejudicados com o fechamento das Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs).

Houve um grande consenso entre os participantes quando questionados se foram garantidas as mesmas condições do seu contrato de trabalho após as mudanças. Quase 70% dos médicos responderam que não houve qualquer tipo de informação sobre o assunto e 23,4% alegaram que não foi garantida a manutenção do emprego. Tal resultado se justifica quando 82,7% dos profissionais afirmam não terem recebido nenhuma orientação ou notificação da Prefeitura ou de chefia direta sobre o fechamento das AMAs.

Não surpreende que a maioria dos profissionais tenha conhecimento a respeito da extinção das AMAs na cidade de São Paulo, o que perfaz um total de 90,6% do total de respostas. Mas apenas 17,3% disseram que recebeu alguma informação da gestão sobre o fechamento.

A demografia mostra que 38,6% dos entrevistados trabalham em AMAs da zona leste da cidade; 23% da zona sul; 16,5% da zona norte; 8,7% da zona oeste; 7,3% da região central; e 5,2% da região sudeste.