Houve um grande consenso entre os participantes quando questionados se foram garantidas as mesmas condições do seu contrato de trabalho após as mudanças. Quase 70% dos médicos responderam que não houve qualquer tipo de informação sobre o assunto e 23,4% alegaram que não foi garantida a manutenção do emprego. Tal resultado se justifica quando 82,7% dos profissionais afirmam não terem recebido nenhuma orientação ou notificação da Prefeitura ou de chefia direta sobre o fechamento das AMAs.
Não surpreende que a maioria dos profissionais tenha conhecimento a respeito da extinção das AMAs na cidade de São Paulo, o que perfaz um total de 90,6% do total de respostas. Mas apenas 17,3% disseram que recebeu alguma informação da gestão sobre o fechamento.
A demografia mostra que 38,6% dos entrevistados trabalham em AMAs da zona leste da cidade; 23% da zona sul; 16,5% da zona norte; 8,7% da zona oeste; 7,3% da região central; e 5,2% da região sudeste.