Os médicos do Estado continuam em permanente mobilização na defesa de uma carreira com remuneração digna. Em parceria com o Sindicato dos Médicos de São Paulo estão sendo realizadas, frequentemente, assembleias e reuniões para definir estratégias no intuito de melhorar o estabelecido na lei 1193/2013.
A categoria considera o plano da Carreira Médica do Estado um verdadeiro engodo. Durante os encontros, os profissionais se queixam de terem sido enquadrados na categoria Médico I, mesmo os mais antigos.
Eles também informam que em alguns casos houve redução salarial.
O próximo encontro já está agendado para 22 de julho, às 20h30, na sede do Simesp (os próximos poderão ser feitos nos locais de trabalho).
Lei 1193/2013
No ano passado, durante a votação a Assembleia Legislativa de São Paulo foram rejeitadas 21 emendas sugeridas pelo Simesp. A bancada governista – que tem maioria na Casa – impediu qualquer alteração no texto original enviado pelo governador. “A vigência desta lei trouxe prejuízos aos médicos que foram reclassificados em suas funções, retornando ao nível inicial”, explica o representante do Sindicato dos Médicos, Cid Carvalhaes.