De acordo com o presidente do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), Eder Gatti, o prefeito descumpriu a promessa que fez durante negociações com o Sindicato. “Essa atitude demonstra que o prefeito é descompromissado com a saúde pública da cidade e com o munícipe que precisa dessa assistência à saúde. Durante 2017 a saúde do município não avançou em nada”, conta.
O Projeto de Lei tem o objetivo de criar um cargo único para médicos e acabar com as injustiças salariais. Ele já foi aprovado em primeira votação, em sessão realizada no dia 12, após várias negociações e pressão da categoria. “O PL foi colocado na pauta como medida de urgência devido à evasão dos médicos no município”, explica Lígia Gonçalves, presidente da regional do Simesp na cidade.