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Médicos realizaram ato ontem, dia 23

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24/01/2018 | Notícia Simesp

Médicos realizaram ato ontem, dia 23

Médicos de Osasco, com o apoio do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), se reuniram em manifestação na manhã de ontem, dia 23, em frente à Policlínica da Zona Norte, para alertar a população sobre a crise da saúde que a cidade enfrenta. Os médicos pedem melhorias na saúde de Osasco, que teve corte de profissionais e sofre com a falta recorrente de insumos e equipamentos nas unidades de saúde do município, além de ter número insuficiente de salas para atendimento e a falta de manutenção nas unidades. Além disso, o prefeito Rogério Lins retirou da pauta da Câmara Municipal o Projeto de Lei Complementar que trata da equiparação salarial entre plantonistas e diaristas do município.

“O prefeito se mostra descompromissado com a saúde pública da cidade e com o munícipe que precisa dessa assistência à saúde. Durante 2017 a saúde do município não avançou em nada”, diz o presidente do Simesp, Eder Gatti, que participou do ato. Outra manifestação com o mesmo intuito já havia sido realizada no dia 21 de dezembro.

Mais problemas

No dia 15 de janeiro a prefeitura de Osasco anunciou a escolha da organização social (OS) Instituto Social Saúde e Resgate à Vida (ISSRV) como administradora do Hospital Municipal Antônio Giglio, da UPA Conceição, da Upa Vila Menck e da UPA Centro. O ISSRV atualmente administra o Hospital Municipal Antônio Giglio e os médicos lá trabalham sem qualquer tipo de contrato.

Além disso, para reduzir a folha de pagamento do município, a prefeitura diminuiu o número de médicos nos PAs e preencheu as escalas com médicos terceirizados no final de 2017 e atrasou o pagamento desses médicos. O Simesp pleiteou a reposição do quadro médico, pedindo à prefeitura que convoque os profissionais já aprovados em concursos públicos e crie novos editais.