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Médicos ratificam necessidade de mudanças no projeto da carreira médica

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28/08/2014 | Notícia Simesp

Médicos ratificam necessidade de mudanças no projeto da carreira médica

Em assembleia no Simesp, na última terça-feira, 26, os médicos servidores com vínculo a prefeitura de São Paulo ratificaram as reivindicações anteriores para que haja mudanças no projeto da nova carreira da saúde, proposta pela administração. Os médicos também foram informados sobre o andamento das negociações.

O presidente do Simesp, Eder Gatti, informou que na última reunião do Sistema de Negociação Permanente da Saúde (Sinp-Saúde), em 22 de agosto, foi cobrada a versão final do projeto, que até o momento não foi enviada ao Sindicato, dessa forma não há como avaliá-lo de forma concreta. Mas ressaltou que a intenção da administração é enviar o texto a Câmara Municipal o mais breve possível. “Independente do que decidirmos aqui, a prefeitura irá enviar o texto para aprovação e cabe a nós persistimos que as reivindicações sejam aceitas pela prefeitura e em último caso pelos vereadores”, ponderou.

Conforme deliberado na assembleia anterior, foram convidados para esclarecer dúvidas sobre o texto, o assessor da Secretaria de Saúde da Prefeitura Municipal de São Paulo, Eurípedes Balsanufo e o advogado do Simesp, especialista em previdência social, Venício di Gregorio.

Balsanufo fez uma apresentação da proposta e informou que a Prefeitura aceitou a deliberação da última assembleia, comprometendo-se a trabalhar em um protocolo extra que rediscuta os valores pagos as preceptorias, adicional de difícil provimento e plantões extras. Quanto à extinção da lei 13.303, de 2002, o assessor esclareceu que já um protocolo de compromisso com o Sindsep que será estendido aos demais sindicatos no sentido de revisar a referida Lei, com previsão de envio de um novo Projeto à Câmara no ano de 2015.

“Não haverá perda salarial e para os médicos da administração direta, a adesão é opcional. Já para os médicos das autarquias e Hospital dos Servidores Públicos Municipais, a migração para a nova carreira será obrigatória”, disse Balsanufo. Contudo, questionado pela assembleia se haveria alguma garantia de reajuste para os médicos não optantes, o assessor explicou que para esses servidores será mantida a lei salarial vigente 13.303, de 2002.

Os médicos deliberaram continuar com as reivindicações anteriores de aumento superior a inflação para todas as categorias, em todos os anos e rejeitar o enquadramento proposto pelo governo municipal. O Simesp defenderá na mesa de negociações o enquadramento de todos os servidores conforme a nova regra proposta.

A próxima assembleia para discutir a carreira do município de São Paulo será dia 17 de setembro, às 20h, na sede do Simesp (rua Maria Paula, 78 – 1º andar).



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