A data-base da categoria é dia 1º de setembro e o Simesp representa os médicos que trabalham serviços ligados aos seguintes representantes patronais:
– Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (Sindhosp);
– Sindicato dos Hospitais, Clínicas Médicas e Odontológicas, Casas de Saúde, Laboratórios de Pesquisas e Análises Clínicas de Osasco e Região (Sindhclor);
– Sindicato Nacional das Empresas de Medicina de Grupo (Sinamge);
– Sindicato das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Estado de São Paulo (Sindhosfil) de São Paulo;
– Sindhosfil Vale do Paraíba;
– Sindhosfil Ribeirão Preto;
– Sindhosfil Presidente Prudente;
– e Sindhosfil Baixada Santista, Litoral Norte e Sul.
Negociações
É nessa assembleia que os médicos concedem ao Simesp os poderes para manter negociações coletivas, celebrar acordos e Convenções Coletivas de Trabalho (CCT), e suscitar dissídios coletivos de trabalho. O Simesp tem como norte não aceitar nenhum reajuste salarial abaixo da inflação. Nada, portanto, que contribua para o achatamento do salário do médico. Desde 2014 isso tem sido alcançado nas campanhas salariais.
É importante ressaltar que a Convenção Coletiva de Trabalho contempla pessoas regularmente contratadas. Ou seja: os benefícios são para trabalhadores com vínculo CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Daí o princípio do Sindicato em combater a precarização (conhecida, popularmente, como “pejotização”).
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