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Médicos fazem ato para denunciar a crise na saúde

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21/12/2017 | Notícia Simesp

Médicos fazem ato para denunciar a crise na saúde

Médicos de Osasco fizeram ato, na manhã desta quinta-feira, 21, nas dependências da Policlínica da Zona Norte, importante serviço de saúde na cidade de 697 mil habitantes da região metropolitana de São Paulo. Os profissionais, mobilizados pela crise na saúde do munícipio, caminharam, conversaram e distribuíram panfletos para quem esteve na policlínica na manhã de hoje.

“O objetivo foi dialogar com a população. E fomos muito bem recebidos”, agradece Eder Gatti, presidente do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp). Agora, Gatti e médicos osasquenses aguardam reunião com o prefeito Rogerio Lins Wanderley agendada para 30 de janeiro.

Os médicos pedem melhorias na saúde de Osasco, que teve corte de profissionais e sofre com a falta recorrente de insumos. Mas não é só isso. Em 19 de dezembro, o prefeito, descumprindo promessa feita ao Simesp, retirou o Projeto de Lei (PL) complementar, de número 31, da pauta de votação da Câmara Municipal. “Essa atitude demonstra que o prefeito é descompromissado com a saúde pública da cidade e com o munícipe que precisa dessa assistência à saúde. Durante 2017 a saúde do município não avançou em nada”, protestou, na ocasião, Eder Gatti.

O projeto de lei trata da equiparação salarial entre plantonistas e diaristas da cidade, criando um cargo único para médicos e acabando, dessa forma, com injustiças salariais. “O PL foi colocado na pauta como medida de urgência devido à evasão dos médicos no município”, explica Lígia Gonçalves, presidente da regional do Simesp na cidade.