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Médicos exigem regras claras para controle da jornada de trabalho

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08/05/2015 | Notícia Simesp

Médicos exigem regras claras para controle da jornada de trabalho

Em assembleia nesta sexta-feira, 8, os médicos da Santa Casa reclamaram de problemas em relação ao controle da jornada de trabalho. Eles relataram que as horas extras não são pagas e nem contabilizadas como banco de horas. O Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) já solicitou, por diversas vezes, à superintendência que sejam apresentadas regras claras sobre o controle de ponto digital. “Vou cobrar, novamente, à superintendência a necessidade de estabelecer uma política interna da jornada de trabalho”, disse Eder Gatti, presidente do Simesp.

Os médicos foram informados que o Simesp já entrou com ação coletiva contra a Santa Casa, conforme deliberação de assembleia anterior, para cobrança judicial dos débitos trabalhistas e está aguardando a determinação de data para audiência. A dívida trabalhista é R$ 46 milhões, sendo R$ 24 milhões referentes aos salários de novembro e 13º e R$ 22 milhões de multas.

Os médicos continuam reivindicando: revisão do conjunto de regulamentos que rege a instituição, conhecido como “compromisso”; participação, como observadores, no conselho de gestão; mudanças administrativas que garantam maior transparência e agilidade nas decisões; elaboração de Plano de Cargos, Carreira e Salários; regras claras para o controle da jornada de trabalho; e quitação das dívidas trabalhistas. A próxima assembleia será no dia 12 de junho.