O Simesp, juntamente com o Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep) pediu que a medida não fosse aplicada à cidade durante reunião da Mesa Técnica da Prefeitura de São Paulo, no dia 22 de abril. De acordo com Guimarães, que esteve presente no encontro, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) afirmou que é contra a resolução, que partiu do governo do estado, e que iria colocar veículos leves com médicos para atestar os óbitos, não utilizando os veículos do Samu para tal. Paralelamente a isso, o departamento jurídico do Simesp analisou a viabilidade de apresentar denúncia ao Ministério Público e mover ação judicial, caso a deliberação não fosse revertida.
Para o presidente do Simesp, Eder Gatti, o decreto traria mais sobrecarga ao serviço, que já conta com alto déficit de ambulâncias e profissionais da saúde para esse atendimento pré-hospitalar. “Haveria um desvio de profissionais e ambulâncias para atender a ocorrências de óbitos, sendo que eles poderiam estar salvando vidas na rua.”