“Como consequência de faltas de pagamento e terceirizações, os médicos estão deixando seus postos de trabalho por não suportarem a situação e os pacientes sofrem desassistidos, dependendo de uma rede de saúde precarizada”, explica o presidente do Simesp. Vale ressaltar que, em 2015, Furlan demitiu cerca de 60 médicos do HMB sem pagar as verbas trabalhistas.
Segundo avaliação de Gatti, além de terceirizar as unidades, como fez com o Serviço de Atendimento Médico Especializado de Barueri (Sameb) em 2017, o prefeito coloca OSs questionáveis para administrar os serviços, como o Instituto Gerir, que deixou a administração do próprio Sameb dando um calote de três meses nos médicos. “Em suas redes sociais, Furlan critica a gestão da saúde das cidades vizinhas, dizendo que os prefeitos ‘abandonaram o item saúde’, mas em vez de investir em uma saúde de qualidade, ele promove a terceirização e o desmantelamento dos hospitais da região”.