Atraso nos pagamentos e redução de valores nos vencimentos. Essa é a situação de alguns dos médicos que tiveram seus contratos de trabalhos sub-rogados do Instituto de Responsabilidade Social do Hospital Sírio Libanês (IRSSL) para o Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas).
Para discutir essas questões, o Simesp está convocando uma assembleia para esta quinta-feira, 11 de agosto, às 20h, em sua sede (rua Maria Paula, 78, 1° andar – Bela Vista).
Desde ontem (8), o Sindicato tem recebido diversas queixas de médicos revoltados com essa situação. “De maneira unilateral, o Iabas resolveu pagar os profissionais como mensalistas e não mais como horistas, como acontecia no Sírio. Isso, lógico, gerou redução nos valores pagos”, explica o presidente do Simesp, Eder Gatti.
Entenda
O Iabas substitui o Sírio, desde 1º de julho, na gestão das seguintes unidades da Prefeitura de São Paulo: AMA (Assistência Médica Ambulatorial) Santa Cecília, as UBSs Nossa Senhora do Brasil, Cambuci e Humaitá, o Pavs (Programa Ambientes Verdes e Saudáveis) e o Nasf (Núcleo de Apoio à Saúde da Família).
As negociações vêm sendo feitas no âmbito do Ministério Público do Trabalho (MPT).
Para Gatti a administração municipal é a principal responsável por esses problemas. “Ela é quem contrata as OSs que, por sua vez, são coniventes com a situação quando se submetem a esses contratos e quando cometem irregularidades trabalhistas em nome do poder público”, avalia.
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