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Manifesto aprovado em plenário corrobora repúdio aos vetos do Ato Médico e ao Mais Médicos

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15/08/2013 | Notícia Simesp

Manifesto aprovado em plenário corrobora repúdio aos vetos do Ato Médico e ao Mais Médicos

“Mantemos nossa disposição em contribuir com o melhor da nossa capacidade para a saúde pública, mas sem compactuar com propostas improvisadas e eleitoreiras que não solucionarão os graves problemas do SUS, conquista maior da sociedade”.

Com esta afirmativa, os médicos reunidos em plenária no encerramento do Encontro Nacional de Entidades Médicas (ENEM), no último dia 10, em Brasília, aprovaram por aclamação um documento em repúdio aos vetos à Lei do Ato Médico e à Medida Provisória 621/2013, que instituiu o Programa ‘Mais Médicos’. Segundo os presentes, “a resistência às agressões, mais do que nunca, prova nosso compromisso com o cidadão”.

No manifesto, os representantes da categoria médica de todo o país alertam a sociedade e ao Governo para o futuro nebuloso resultante dos rumos adotados. Comprometidos com a saúde pública e com a oferta de serviços qualificados, as lideranças médicas apontaram alguns encaminhamentos junto ao Congresso Nacional, ao Poder Executivo e à sociedade brasileira.

Ato Público
Contra os vetos à Lei do Ato Médico e em oposição à Medida Provisória 621/13 – que instituiu o Programa Mais Médicos, do Governo Federal – médicos, professores e estudantes de Medicina realizaram na última quinta-feira, 8 de agosto, um grande ato no Congresso Nacional.

Mesmo com poucos parlamentares presentes em Brasília, o ato público, realizado no Auditório Nereu Ramos, contou com a presença de 12 deputados e dos senadores Paulo Davim e Ana Amélia. Foram entregues aos políticos cartilhas, elaboradas pelo Comitê Nacional de Mobilização das Entidades Médicas, com contrarrazões à MP 621/13 e aos vetos presidenciais à Lei do Ato Médico.

Lideranças médicas também se reuniram com o presidente do Senado, Renan Calheiros, que ouviu as ponderações das entidades médicas e afirmou levar em conta as considerações dos médicos, além de garantir uma votação democrática.

As atividades do dia terminaram com uma passeata da Câmara dos Deputados até o Palácio do Planalto, onde os médicos, como forma de protesto, usaram apitos e cantaram o Hino Nacional no momento da troca de bandeira.