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Mais de 100 manifestantes realizaram ato em defesa da saúde da cidade na quarta-feira

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19/04/2018 | Notícia Simesp

Mais de 100 manifestantes realizaram ato em defesa da saúde da cidade na quarta-feira

Na manhã da última quarta-feira, dia 17, médicos, demais profissionais da saúde, representantes de entidades e moradores de Guarulhos realizaram ato que teve início no Hospital Municipal de Urgência e terminou em frente à Prefeitura da cidade. Foram mais de 100 pessoas manifestando por melhorias na saúde. De acordo com o presidente do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), Eder Gatti, os médicos do município enfrentam problemas como falta de medicamentos e insumos básicos, o que prejudica os atendimentos e coloca em risco a população.

Após pressão das entidades e da sociedade no ato, a chefia do gabinete da Secretaria da Saúde de Guarulhos chamou uma comissão de dez integrantes para debaterem as pautas do movimento, mas sem a presença do prefeito Gustavo Henric Costa, Guti. Todos os representantes dos movimentos presentes entraram em um consenso de que não aceitariam serem recebidos sem que o prefeito participasse dos debates. “O Simesp teve essa postura porque já vem há cerca de um ano conversando com o secretário da Saúde, Sérgio Iglesias, e com outros membros do gabinete sobre as propostas dos médicos da cidade para melhor estrutura, qualidade de trabalho e fornecimento de medicamentos para a população. Porém, após várias reuniões, nada se concretizou”, explicou Gatti.

Em seu discurso, o presidente do Simesp ressaltou que é preciso que Guti se comprometa com a saúde da população guarulhense. “O prefeito precisa dar uma prova de coragem real porque o que temos visto até o momento é uma coragem de redes sociais, de quem vai à noite constranger profissionais sem salário e sem equipe de limpeza nas unidades”. (Entenda o caso clicando aqui).

Conheça as pautas de reivindicação
– Garantia de condições para atendimento;
– Concursos públicos;
– Provimento de insumos e medicamentos;
– Compra de ambulâncias para o Samu;
– Não à terceirização;
– Retaguarda de especialidades às UBSs; e
– Revisão do protocolo de urgência e emergência.