Ele foi, entre muitas outras coisas, presidente do Palmeiras, assessor de Ulysses Guimarães e secretário de política econômica do Ministério da Fazenda. Luiz Gonzaga Belluzzo também foi incluído, no ano 2000, entre os 100 maiores economistas do século XX na segunda edição do Biographical Dictionary of Dissenting Economists. Ele é professor titular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), defende que todo dinheiro é público e que, por isso, deveria haver um controle maior sobre o que os bancos fazem ou deixam de fazer. “Dinheiro é um bem público e um objeto de cobiça privada”, diz.
E diz muito mais sobre juros, carga tributária e sobre a necessidade urgente de desvincular a renda do trabalho. Belluzzo avalia que nessa nova fase do capitalismo a oferta de empregos será ainda menor e que, portanto, será preciso criar uma espécie de renda básica para todos. “Você não vai conseguir manter essa sociedade funcionando sem que se arrume um jeito de transferir toda essa riqueza que vai ser produzida”, prevê.
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