Contrariando resultado de reunião realizada no dia 21 de outubro (saiba mais), a organização social (OS) Instituto Hygia Saúde e Desenvolvimento Social rompe acordo e não paga verbas rescisórias de médicos demitidos.
A OS, que administra o Hospital Municipal de Barueri (HMB) Dr. Francisco Moran, alegou quase um mês depois “não ser possível a realização dos pagamentos das verbas rescisórias por não haver previsão de repasse por parte da prefeitura”.
Para o Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) esgotaram-se todas as possibilidades de negociação. Indignados, médicos presentes em assembleia na sede do Sindicato, na noite de 26 de novembro, aprovaram um plano de ações que inclui, entre outras, o questionamento das demissões na justiça.
“Tanto o Instituto Hygia quanto a prefeitura descumpriram com a palavra. Os médicos exigem a homologação imediata e vamos cobrar na justiça”, enfatiza Eder Gatti, presidente do Simesp.