Como os médicos trabalham em diferentes escalas, horários, locais e têm outros vínculos de trabalho, além do fato de as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e ambulatoriais da cidade não ficarem abertas mais do que 10h/dia, o que impossibilita o cumprimento da jornada total do médico, a planilha da Prefeitura não contempla todas as situações dos servidores. Por essa razão, o Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) orienta que, em vez do preenchimento da planilha, seja feita uma carta com as especificações de cada caso e sugestão da forma a serem compensadas essas horas (clique aqui para ver o exemplo), com validação da chefia direta, para que seja encaminhada à Prefeitura até o dia 31 de janeiro.
Reunião
Na próxima quarta-feira, dia 29 de janeiro, haverá uma reunião do Simesp com os médicos do município para análise dos desdobramentos da greve (leia mais sobre a paralisação clicando aqui). O encontro será às 19h no hotel Mônaco (Rua Diogo Farias, 137 – Centro – Guarulhos).