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Importante: orientação aos médicos sobre a paralisação de 8 de março

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05/03/2018 | Notícia Simesp

Importante: orientação aos médicos sobre a paralisação de 8 de março

O Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) pede que os profissionais que forem aderir à paralisação de 8 de março, próxima quinta-feira, fiquem atentos ao seguinte:

1. Informar, por escrito, a chefia das unidades sobre a decisão de paralisar em 8 de março;

2. Manter, nesta data, além da triagem, os serviços de urgência e emergência em pleno funcionamento;

3. Não se ausentar do local de trabalho, em hipótese alguma, caso não haja a possibilidade da cobertura de um colega;

4. Participar de manifestação, em 8 de março, a partir das 13h, na Praça do Patriarca (considerando, é claro, o que foi exposto anteriormente);

5. Usar faixas pretas nos braços ou mesmo peças de roupas de mesma cor em sinal de repúdio ao projeto do prefeito João Doria que está em discussão na Câmara Municipal;

6. Distribuir e afixar em locais de grande movimento (dentro e fora das unidades) carta aberta à população nos dias anteriores e na data da paralisação;

7. Procurar o sindicato imediatamente caso se sintam pressionados ou até mesmo ameaçados em seu direito constitucional à livre manifestação (11 3292-9147 ou pelo relacionamento@simesp.org.br).

A “reforma” da previdência de Doria

Em assembleia na noite de quinta-feira, 1º de março, médicos decidiram aderir à paralisação dos servidores da cidade de São Paulo marcada para 8 de março, próxima quinta-feira. Os médicos presentes também decidiram pela participação em ato a ser realizado no mesmo dia, a partir das 13h, na Praça do Patriarca, que fica a menos de dois minutos de caminhada da sede da Prefeitura.

Os trabalhadores lutam contra a intransigência do prefeito João Doria Jr., que pretende aprovar, a toque de caixa, drásticas mudanças na previdência do município. Doria, entre outras coisas, quer aumentar a contribuição previdenciária dos servidores de 11% para até 19%.

Para dar segurança jurídica aos profissionais que irão participar da paralisação, o Simesp irá informar o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, da decisão tomada em 1º de março.