De acordo com o presidente do Simesp, Eder Gatti, é preciso que a categoria fique atenta a esse “adiamento”, pois pode gerar renegociações de contratos para que os funcionários não tenham direito às férias. “A grande preocupação é o fato de terem cancelado as férias a partir de novembro, mês que entra em vigor a “reforma trabalhista”, com isso, os empregadores podem tentar uma negociação para pagar os valores proporcionais e zerar todas as verbas trabalhistas que os funcionários tiverem para receber”, alerta.
Por esse motivo, o Simesp pede aos médicos que não assinem nenhum documento e não renegociem direitos ou contratos sem consultar previamente o Sindicato. A entidade se coloca à disposição para esclarecer dúvidas dos profissionais.