“O Hospital Universitário da USP sobreviverá ao desmonte.” Esse é o título de artigo publicado, nesta sexta-feira, 24, no site da revista Carta Capital. O texto é de Gerson Salvador, diretor do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) e trabalhador do HU, como é conhecido o hospital que é referência para cerca de 500 mil pessoas na zona oeste da capital paulista.
O diretor do Simesp lembra que desde 2014 esse hospital enfrenta “uma crise sem precedentes.” “A reitoria da USP decidiu unilateralmente “se desfazer” da unidade e passá-la para gestão direta do Estado. Ao não conseguir a transferência, o reitor abandonou o hospital. Após sucessivas demissões houve fechamento de serviços, incluindo 25% dos leitos de internação, que culminaram no fechamento do pronto-atendimento infantil nesse 21 de novembro”, relata.
“É por suas qualidades que querem acabar com o HU. A existência deste modelo afronta o mito de que os serviços públicos são sempre ruins, afronta o lugar comum de que a gestão privada oferece necessariamente melhores resultados e comprova que com investimentos adequados, qualificação e valorização dos profissionais é possível oferecer saúde de qualidade. Em tempos em que o direito à saúde enfrenta seu maior revés desde 1988, nada poderia ser mais evidente”, escreve Gerson Salvador.
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