A diretora de discriminação e gênero da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), Maria Rita Sabo, fala sobre a importância do Fórum Permanente Mercosul para o Trabalho em Saúde como também a participação da entidade médica em defesa de suas bandeiras. A reunião foi realizada nesta quarta-feira (25), em Brasília. O ato de suspensão do Paraguai e o ingresso da Venezuela no bloco foi amplamente debatido.
"Para as entidades médicas, entre elas a Fenam, que tem toda uma luta sindical, é importantíssimo que se participe aqui, porque nós discutimos os rumos profissionais do Brasil em integração com os outros países do Mercosul, explicou.
O trabalho do Fórum, que reúne grupos de trabalho do Ministério da Saúde e entidades da saúde, requer harmonizar as legislações dos Estados Partes do Mercosul referentes aos bens, serviços, matérias-primas e produtos da área da saúde, com a finalidade de promover e proteger a vida das pessoas e contribuir para o processo de integração.
Ainda segundo Sabo, avaliar os currículos das faculdades de medicina e tratar da falta de médicos nas fronteiras são itens de algumas reuniões e de extrema relevância para a categoria médica.
"Temos problemas com a falta de médicos nas fronteiras. Em algumas reuniões avaliamos o currículo de uma faculdade, por exemplo aqui no Brasil e no Uruguai e como ele vai se equivaler. Essa mobilidade do Mercosul é uma realidade e nós temos que lidar com isso".
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