Na tentativa de colocar fim ao processo que se arrasta desde julho de 2015, médicos demitidos do Hospital Municipal de Barueri deram a margem de negociação aceitável para que o Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) tente chegar a um acordo com Instituto Hygia, organização social que gere o hospital.
Em assembleia na noite de terça-feira, 12, médicos autorizaram o Simesp a aceitar que as verbas rescisórias dos demitidos sejam pagas em até 7 parcelas corrigidas e com multa.
O Hygia propôs, até o momento, o parcelamento das verbas em 10 vezes (sem pagamento de multa ou juros). O próximo encontro, sob a mediação do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), será em 20 de janeiro.
O Simesp também questiona a não homologação das demissões. Além de não receber as verbas rescisórias conforme determina a lei, os médicos não puderam resgatar o seu fundo de garantia. "O Simesp briga para homologar as demissões dentro do Sindicato", diz Eder Gatti, presidente do Sindicato dos Médicos de São Paulo.
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Instituto Hygia descumpre acordo e não paga verbas rescisórias de médicos demitidos