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Em protesto diante do Palácio dos Bandeirantes, residentes cobram governador Geraldo Alckmin pelo reajuste da bolsa

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24/11/2016 | Notícia Simesp

Em protesto diante do Palácio dos Bandeirantes, residentes cobram governador Geraldo Alckmin pelo reajuste da bolsa

Na porta do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, médicos residentes em greve protestam, nesta quinta-feira, 24, contra o calote do reajuste prometido pelo governo do estado em março deste ano. A paralisação atinge 10 complexos hospitalares de São Paulo.

Os manifestantes exigem que o governador Geraldo Alckmin, que também é médico, conceda aumento de 11,9% no valor das bolsas (determinado pelo governo federal, por meio da Portaria Interministerial n° 3, a partir de março desse ano). Alckmin determinou, ainda março, o reajuste do seu próprio salário e de todo o seu secretariado.

"Ganhamos uma bolsa. Não temos 13° salário, nenhum direito trabalhista. Todos os estados do Brasil já receberam o reajuste, menos São Paulo", explica o médico residente Rafael Santos, do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Um residente ganha cerca de 10 vezes menos que um médico especialista e o reajuste dos residentes compromete apenas 0,1% do orçamento da Saúde do Estado.