Na reportagem, Juliana explica que o contingenciamento contribui para o sucateamento de áreas estratégicas da vigilância sanitária e epidemiológica. No município de São Paulo, por exemplo, a Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa) vem sendo sucateada com redução dos trabalhadores e isso impacta na capacidade de reação frente a uma situação emergencial como essa.
Sobre a importância do SUS, a diretora do Simesp ressalta que em países que não possuem um sistema público e universal de saúde a população não tem acesso a exames e ao tratamento, a menos que pague. Não tendo como serem tratadas de forma adequada, as pessoas acabam continuando a frequentar locais públicos e podem perpetuar a disseminação da doença. Para ela, a valorização do SUS e do servidor público viabilizaria um melhor controle da pandemia no país.
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