Durante a reunião, médicos informaram que a chefia direta diz não ter ciência dos termos do acordo firmado com a prefeitura. Por essa razão, o Simesp orienta que os profissionais devem protocolar um termo de ciência com assinatura da pessoa responsável pela gerência da entidade com o objetivo de informar sobre os compromissos assumidos pela gestão municipal. (Imprima o modelo clicando aqui)
No acordo ficou definido que a reposição das horas não trabalhadas durante o período de greve seja feita em até 120 dias, a partir do dia 1º de janeiro. Para isso, Simesp recomenda que os médicos enviem um e-mail para a chefia direta e para a Coordenação de Saúde informando como é a sua disponibilidade para que a reposição seja realizada.
Outro ponto do acordo se refere ao cumprimento de hora adicional correspondente ao horário de almoço que, até a divulgação do Memorando Circular nº 010/2019-SS20, não era exigido pela administração do município. A prefeitura considerava a hora de intervalo inserida na jornada do médico, mas passou a exigir o preenchimento de uma planilha até o dia 31 de janeiro, indicando a quantidade de horas que serão compensadas correspondentes ao intervalo de almoço. Como os médicos trabalham em diferentes escalas, horários e locais, a planilha da Prefeitura não contempla todas as situações dos servidores. Por essa razão, o Simesp orienta que, em vez do preenchimento da planilha, seja feita uma carta com as especificações de cada caso e sugestão da forma a serem compensadas essas horas (clique aqui para ver o exemplo), com validação da chefia direta, para que seja encaminhada à Prefeitura até o dia 31 de janeiro.