Em artigo publicado no site Justificando, a juíza do trabalho Juliana Castello Branco narra o cotidiano de uma trabalhadora terceirizada da justiça do trabalho. Para a juíza, o trabalho nessas condições “atinge a autoestima do empregado, que nunca terá capacitação para fazer parte da empresa na qual presta seus serviços, uma vez que sua atividade é meio e não está incluída na finalidade da empresa.”
“A terceirização esfacela as relações pessoais, enfraquece o associativismo, impede a organização de pleitos coletivos e cria castas entre empregados e terceirizados, com direitos, salários e tratamento diferenciados”, escreve a juíza Juliana Castello Branco. “Este instituto, que os defensores afirmam ser imprescindível do ponto de vista econômico, é nefasto sob o aspecto social”, diz o mesmo artigo. Para ler o texto na íntegra, clique aqui.