Na tarde desta quinta-feira (20), representantes de diversas sociedades de especialidades continuaram a debate sobre as medidas que devem ser tomadas em conjunto para o fortalecimento dos títulos. Houve a prorrogação no prazo para que as sociedades apresentem um feedback sobre os resultados da solicitação de registro dos títulos de especialistas nos respectivos Conselhos Regionais de Medicina (CRM), enviada em carta para os sócios.
Paulo Augusto Mello, da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, exemplificou a diferença: “em dados do Conselho Federal, as informações da nossa especialidade apontavam pouco mais de 3 mil profissionais, quando temos 17 mil na Sociedade. Mas são as informações que o CFM tem, que depois podem até causar a interpretação de que faltam profissionais especialistas da área”.
Também foi proposta a ampliação da discussão na esfera virtual, com campanhas de conscientização da importância do registro do título da AMB, com divulgação nos sites das sociedades, assim como a criação de um banco de dados para consulta dos médicos – associados – que possuem título, para o acesso ao público em geral.
Henrique Carrete Jr., coordenador do grupo, também ressaltou a importância de uma padronização da nomenclatura dos serviços de residência não vinculados ao Mec. “Especialização, aperfeiçoamento, estágio, é preciso unificar até mesmo para que não haja confusão nem outras implicações ao programa”.