As discussões a respeito da proposta de carreira médica dos servidores municipais continuam sendo aprofundadas entre médicos e Simesp. Foi o que aconteceu na noite de 14 de julho quando a diretoria e o Jurídico do Sindicato esclareceram os principais pontos da última minuta apresentada pela administração.
O presidente do Sindicato, Eder Gatti, apresentou os principais itens do projeto. Um dos pontos mais polêmicos é a criação do subsídio – incorporação da maioria das gratificações aos salários, o que seria contabilizado, inclusive, no momento da aposentadoria. Há ainda a sugestão de um aumento escalonado para os anos de 2014, 2015 e 2016, que será variável conforme o nível da carreira, privilegiando quem está no início do serviço público.
Os médicos rejeitaram o formato de enquadramento sugerido pela prefeitura, alegando que o mesmo prejudica os profissionais com mais tempo de serviço. A ideia da prefeitura é criar quatro níveis da carreira, passando de 13 para 17. Na transição, porém, o médico continuará no mesmo nível que está atualmente.
Uma nova assembleia está agendada para a segunda-feira, 4 de agosto, às 20h. Acompanhe abaixo quadro com as principais deliberações.
Entre outras reivindicações, a assembleia definiu por:
– Aumento superior a inflação para todas as categorias, em todos os anos.
– Rejeitar enquadramento proposto pelo governo municipal – que os profissionais sejam enquadrados conforme a nova regra.
– Aumento do valor da gratificação por difícil provimento.
– Aumento da gratificação de preceptoria.
– Aumento do plantão extra.
– Consulta jurídica sobre consequência do termo “subsídio”.
Para saber mais, clique aqui e assista agora o vídeo da TV SIMESP sobre o tema.
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