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Boletim Eletrônico nº 522

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03/03/2015 | Notícia Simesp

Boletim Eletrônico nº 522


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nº522

03.03.2015

Boletim Eletrônico - SIMESP
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Debate

Sindicato traz discussão sobre atenção básica

 

 


Créditos: Osmar Bustos

SIMESP

As experiências das cidades de Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo na atenção primária


A 5ª edição do Simesp Debate – Atenção primária à saúde em grandes cidades: propostas e desafios – discutiu sobre o modelo de saúde da família e comunidade. O evento realizado no dia 24 de fevereiro também abordou como a atenção básica é tratada nas cidades de Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo e como são utilizados os serviços das organizações sociais em algumas delas. 


André Lopes, assessor do Secretário Municipal de Saúde do Rio de Janeiro e coordenador do Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade ressaltou que houve queda nos atendimentos de alta complexidade após a expansão da atenção primária, que deu um salto de 3% para 45% em menos de seis anos, seguindo os modelos de cidades que sediaram jogos olímpicos. “É um sistema que tem na base médicos clinicamente competentes para resolver 90% dos casos”, afirma. Lopes estima que até 2016 a cidade tenha 70% de cobertura de saúde da família.


Eurípedes Balsanufo Carvalho, assessor parlamentar do Gabinete da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, tratou sobre a valorização do profissional como possível forma de solucionar os problemas na saúde da cidade. Carvalho convidou a coordenadora da Atenção Básica, Rejane Calixto Gonçalves, para palestrar sobre a implantação da Unidade Básica de Saúde Integral (UBSI). Rejane justificou a implantação desse modelo para garantir atendimento não agendado e criticou o sistema de saúde deixado pelo governo anterior, que segundo ela era “desarticulado e pouco resolutivo”.


Diferente do Rio de Janeiro e São Paulo, que utilizam organizações sociais para contratação de médicos e demais profissionais, em Curitiba a atenção primária é feita apenas por médicos da administração direta. Francisco Carlos Mouzinho de Oliveira, médico de Família e Comunidade, coordenador da Residência Médica na mesma área e professor da Universidade Federal do Paraná, destacou que os médicos mantêm vínculos com os pacientes e há alta resolutividade, mas mesmo assim existem problemas a serem enfrentados. “Muitos profissionais chegaram ao teto salarial e temos uma dificuldade de expansão da cobertura por falta de recursos”, relata.


O assunto provocou intensa participação da plateia. Problemas nas parcerias com as organizações sociais e a falta de valorização dos médicos contratados por elas foram alguns dos temas apontados.


 

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Iniciativa

Corpo clínico funda associação dos médicos da Santa Casa

 

 


Créditos: Osmar Bustos

SIMESP

“É um momento histórico”, diz Igor Polonio (em pé), presidente da associação dos médicos 


Em meio a grave crise, os médicos fundaram no último dia 25 a Associação dos Médicos da Santa Casa. A iniciativa contou com total apoio do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp). A assembleia aprovou a instalação e as regras que regerão a instituição. Foi montada também uma diretoria provisória, com prazo de 120 dias, até que seja realizada a eleição com inscrições de chapas. O advogado do Simesp, Edson Gramuglia, apresentou o estatuto e tirou dúvidas da plateia. 


Ao assumir a presidência da associação, o médico Igor Bastos Polonio disse que se tratava de um momento histórico. “A Santa Casa é uma opção de vida, estamos aqui por amor à instituição. Nós médicos temos papel fundamental e esperamos que a Santa Casa volte crescer”, destacou. 


O presidente do Simesp, Eder Gatti, parabenizou pela criação da associação e disse que estava extremamente honrado por participar daquele momento. “Embora não faça parte do corpo clínico, prezo muito pela Santa Casa, um dos melhores serviços de saúde de São Paulo, talvez do país. É uma honra para o Sindicato ter apoiado essa iniciativa. Desejamos que a associação seja forte e independente”, finalizou.


O evento também contou com as participações de Valdir Golin, diretor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa; Irineu Massaia, superintendente; Carlos Alberto Herrerias Campos, do Cremesp; Florisval Meinão, presidente da Associação Paulista de Medicina, entre outros.


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