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Santa Casa Médicos permanecem organizados
A assinatura do contrato SUS com o governo do estado e a aprovação pela mesa administrativa da Santa Casa em aceitar o plano de reestruturação proposto pelos Ministérios Públicos do Estado, Federal e do Trabalho, nesta semana, deram novo fôlego à instituição, deixando os médicos pouco mais confiantes.
Em nova assembleia na manhã desta sexta-feira, 27, o superintendente da Santa Casa, Irineu Massaia, mais uma vez garantiu que serão efetuados todos os pagamentos atrasados com os devidos encargos trabalhistas, porém ainda sem definição de data. A alegação é a de que estão aguardando liberação de créditos.
Cerca de 500 médicos estão sem receber o salário de novembro e todos os funcionários com o 13° atrasado. “Com a ajuda de todos os profissionais, estou convicto de que o pior já passou”, disse Massaia. Também sem estabelecer data, reforçou que haverá uma reestruturação dos recursos humanos, que segundo ele há um inchaço, principalmente nos setor administrativo.
Na assembleia foram indicados os setores críticos para serem vistoriados pelo Cremesp. Os médicos também reivindicam o estabelecimento de regras para o controle de ponto e a presença do diretor clínico na próxima assembleia, no dia 20 de março, às 11h.
A categoria solicita ainda a abertura de diálogo específico com a Santa Casa para buscar uma solução para a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho, já que o sindicato patronal, Sindhosfil, recusa a proposta do Simesp de fazer o pagamento integral do reajuste salarial referente à data-base de 2014.
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Campanha Salarial 2014 Reunião com o Sindhosfil-SP termina em impasse
O Sindhosfil-São Paulo recusou a proposta do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) de fazer o pagamento integral do reajuste salarial referente à data-base de 2014. Resultando em um impasse. O anúncio do sindicato patronal aconteceu durante reunião realizada na última quinta-feira, 26, no Mistério do Trabalho e Emprego (MTE).
O presidente do Sindhosfil, Edison Ferreira da Silva, disse que a negativa foi definida em assembleia e veio por parte dos empregadores. O presidente do Simesp, Eder Gatti, questionou o posicionamento já que a Prefeitura de São Paulo, por exemplo, prevê o reajuste nos contratos com as organizações sociais.
Gatti disse que irá procurar outras formas para que os médicos tenham aumento. “Queremos garantir o poder de compra da categoria. Nossa postura é levar o debate para a justiça do trabalho e chamar a todos para mobilização. Não convém aos médicos aceitarem as condições propostas nas negociações”, ressaltou. O Sindicato também tentará negociações diretas com as filantrópicas e com as organizações sociais para acordos individualizados.
A última proposta do Sindhosfil é inferior à inflação, sendo aumento de 3,15% a partir de 1° de setembro e 6,35% a partir de 1º de dezembro, tendo como referência o salário de 31 de agosto de 2014.
Hora extra
O assessor jurídico do Simesp, Edson Gramuglia, explica que, enquanto não é fechado um novo acordo, os benefícios estabelecidos na Convenção Coletiva de Trabalho anterior continuam em vigor, com exceção das cláusulas que necessitam de acordo, como o reajuste salarial e o banco de horas. “Sem a renovação da convenção deixa de existir o banco de horas. Então, todas as horas excedentes devem ser pagas com adicional de 100%”, lembrou.
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