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Simesp Debate Propostas e desafios na atenção primária
O Simesp convida para o debate Atenção primária à saúde em grandes cidades: propostas e desafios, na próxima terça-feira, 24 de fevereiro, às 20h, na sede do Sindicato (rua Maria Paula, 78, Bela Vista).
Participarão como debatedores:
André Lopes, assessor do Secretário Municipal de Saúde do Rio de Janeiro e coordenador do Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade;
Eurípedes Balsanufo Carvalho, assessor parlamentar do Gabinete da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo;
Francisco Carlos Mouzinho de Oliveira, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), médico de Família e Comunidade de Curitiba e coordenador da Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade da UFPR.
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Santa Casa Médicos realizam nova assembleia dia 27, às 10h
Ainda sem uma posição efetiva da Santa Casa sobre a regularização dos atrasos nos pagamentos do salário de novembro e do 13°, os médicos da irmandade se reunirão em assembleia na próxima semana, dia 27 de fevereiro, no auditório Paulo Ayrosa, em novo horário, desta vez, às 10h.
Conforme deliberação da última assembleia, o Simesp encaminhou ofício convidando o secretário estadual da Saúde, David Uip, a participar da assembleia dos médicos. O Sindicato também solicitou ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) que seja promovida vistoria nas instalações da Santa Casa devido a constatação de más condições de trabalho e falta de insumos. Esses e outros assuntos serão debatidos no dia 27 de fevereiro. Participe!
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Campanha salarial 2014 Simesp e Sindhosfil no MTE
Na quinta-feira, 26, às 10h, haverá nova reunião com o Sindhosfil no Ministério Mistério do Trabalho e Emprego (MTE). O Sindicato patronal deve apresentar o resultado da consulta feita às instituições que ele representa a respeito da proposta da campanha salarial 2014.
Até o último encontro no MTE, o Sindhosfil continuava irredutível em sua proposta de pagar índice inferior à inflação, propondo correção de 3,20% a partir de 1° de setembro e somente a partir de 1° de dezembro, aplicariam 6,35%, tendo como referência o salário de 31 de agosto de 2014 para os reajustes.
Desta maneira, o médico deixaria de ganhar 3,15% no salário mensal, durante três meses, o que num vencimento de R$ 10 mil representaria perda de R$ 945. Considerando que o Sindhosfil mantém 15.778 vínculos empregatícios, o total economizado pelas empresas no período seria de quase 15 milhões de reais.
A alegação usada pelos empregadores é a crise nos hospitais filantrópicos, inclusive a da Santa Casa. “A crise não pode ser depositada nas costas dos médicos. Sustentamos nossa proposta de não aceitar nada abaixo da inflação”, enfatiza Eder Gatti, presidente do Simesp.
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