Servidores municipais, juntamente com o Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), participaram de ato pelo Dia do Basta, na última sexta-feira, dia 10. A mobilização, que também aconteceu em outros estados, é contra as “reformas” trabalhista e da previdência (a segunda pretende aumentar a contribuição previdenciária dos servidores de 11% para até 19%), além de rechaçar o aumento do desemprego, o arrocho salarial, e o crescimento abusivo nos preços de produtos necessários no dia a dia do trabalhador e o reajuste salarial fictício de 0,01%.
Juliana Salles, diretora do Simesp que participou do ato, explica que a mobilização dos servidores não vai parar. “Nós estamos atentos a todas as movimentações do projeto de lei (PL) 621 (“reforma” da previdência) e de outros projetos que possam ameaçar os direitos dos médicos e demais servidores municipais”.
Os servidores caminharam até o gabinete do prefeito, Bruno Covas, e uma comissão se reuniu para reivindicar algumas pautas com a prefeitura. Entre elas, que fosse mantida uma mesa de negociação com os profissionais para não aprovar o PL 621 sem nenhum tipo de acordo entre os trabalhadores. A prefeitura se comprometeu a chamar uma nova reunião em até 40 dias.